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    • OIT atualiza enfrentamento ao trabalho escravo

    Empresa de segurança de valores é processada por jornadas excessivas e não concessão de repousos

    Ajuizada pelo MPT/RN, a ação pede indenização de R$ 15 milhões por dano moral coletivo causado pela Nordeste Segurança de Valores

    Natal (RN), 17/12/2014 – O Ministério Público do Trabalho no Rio Grande do Norte (MPT/RN) ajuizou ação civil pública contra a Nordeste Segurança de Valores (Prosegur), por submeter trabalhadores a jornadas excessivas e por não conceder os devidos repousos, dentre outras irregularidades. De acordo com a ação, há registro de jornada que ultrapassa 18 horas diárias e foi constatado caso em que o trabalhador passou 18 dias sem repouso semanal remunerado. Diante da gravidade dos fatos, o MPT/RN pede o fim das práticas abusivas e uma indenização de R$ 15 milhões pelo dano moral coletivo.

    Segundo demonstrado, a prorrogação indevida e habitual de jornada também é exigida ao trabalhador de carros-forte, na função de vigilante, que deveria exercer o regime de jornada de 12 horas trabalhadas por 36 de descanso (12 X 36). Para a procuradora regional do Trabalho Ileana Neiva, que assina a ação, “como consequência, os empregados trabalham fadigados, com prejuízos à saúde física e mental, e ao próprio serviço de vigilância que executam, já naturalmente perigoso, estressante e de alto risco”, alerta.  

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    MPT divulga os vencedores do Prêmio de Jornalismo

    Terceirização ilegal, contaminados por agrotóxicos, trabalho escravo e trabalhadores imigrantes são alguns dos temas vencedores
     
    Brasília (DF), 12/12/2014 – Os jornalistas Guilherme Araújo e Simone Kafruni, do Correio Braziliense, ganharam o grande prêmio especial Fraudes Trabalhistas, do Prêmio MPT de Jornalismo. Eles assinam a série de reportagens sobre empresas terceirizadas no governo federal e vão dividir o prêmio de R$ 45 mil. O resultado dos vencedores foi divulgado durante cerimônia do prêmio, nesta quinta-feira (11), no Espaço Villa Rizza, em Brasília. 
     
    Entre os vencedores nacionais, o cearense Melquíades Jr. ganhou na categoria jornal impresso pela série de reportagens intitulada Viúvas do Veneno, publicada Diário do Nordeste (CE). A reportagem acompanhou durante vários anos a trajetória de trabalhadores que são contaminados e mortos pela contaminação do uso indiscriminado de agrotóxicos nas lavouras. Com este mesmo tema, o repórter Roberto Cabrini levou o prêmio nacional na categoria TV, com a reportagem O doce veneno dos campos do senhor, pelo SBT. 

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